Poly Chain

Oriunda da Ucrânia, Poly Chain, felizmente, já era um nome consagrado da cena eletrónica internacional antes da sucessão de tragédias deste ano. E não é de admirar: a sua forma de abordar o electro, uma mutação do genoma do techno, é por si só uma metamorfose eslávica do género, onde a sucessão de arpejos criam momentos de tensão e de sonho em paralelo, ora apelando aos mais enérgicos movimentos de dança, ora à expansão de sinapses. Esta mistura singular também pauta a sua forma de estar nos pratos — aliás, formato em que se estreia em Portugal pelo Mucho Flow —, e que a destaca dos seus pares dentro da cena electro e techno, como alguém que está tão confortável na manipulação de ambientes quanto de pernas.

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