Ill Considered

Um dos nomes mais prolíficos, mais subterrâneos e mais viscerais da cena jazzeira londrina, o trio Ill Considered parece fazer jus ao seu nome por via de uma malvadeza envolta em destreza. Capazes de ir aos lados mais sujos do jazz, em que os baixos e os saxofones se despejam pela amplificação em sons quase distorcidos, e ao mesmo tempo encapsular o lado mais boçal das música mais improvisada, os londrinos têm despejado desde 2017 uma série de discos que tem, ainda, por contar uma tirada má. Não falamos de dois, de três, ou de quatro, mas de doze (vamos repetir, para fixar bem, doze) discos, com uma boa parte a ser gravado ao vivo, de explosões de jazz moderno, escorreito, orgânico e/ou modulado, que se desdobra numa aguçadíssima vontade de ver como é que a promessa se concretiza ao vivo. Pelo que podemos ouvir, só há duas possibilidades: bem, ou muitíssimo bem. Confirmamos no Mucho!

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