Mucho Flow

29 — 31 October 2026
Guimarães, Portugal
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Sem paredes que nos prendam, sem fronteiras que nos travem, a Comuna expande, contrai e desaparece como um organismo por si só, que não sendo ubíquo, ocupa e desocupa em expressões de vida e arte. Para nós os irrequietos, cada vez mais distantes fora daqui, este espaço de coabitação é cada vez mais premente; cada vez mais desligados, encontramos aqui o espaço para reclamar, recriar e regenerar as mitologias que nos têm externalizado para máquinas. Este organismo é vivo, ingere, expele, sua. O seu habitat é a pista de dança, o seu reino é a festa, a sua anatomia é a comunhão. A Comuna.