Vaiapraia e as Rainhas do Baile

Música auto confessional, biográfica e purgatória

Rodrigo Vaiapraia começou a fazer canções em meados de 2013 dentro de um quarto em Setúbal. Pegou no Casio e nos milhares de sentimentos que acumula e começou aí a montar o bedroom pop que o caracteriza. Foi assim no primeiro EP, produzido por Filipe Sambado, já sob o nome VAIAPRAIA E AS RAINHAS DO BAILE, continuou a sê-lo em 1755, o disco que tornou urgente ouvir a música que faz, auto confessional, biográfica e purgatória, que respira nos medos e sentimentos de quem a faz.

Enfrentar os medos para respirar melhor a seguir (Público)

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Há urgência emocional, tensão e emancipação em 1755, álbum de Vaiapraia e as Rainhas do Baile onde o punk, o garage e a pop se encontram.

Mariana Duarte in Público

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