O pop de Filipe Sambado traz-nos guitarras tímidas, percussão a marcar o ritmo, laivos de psicadelismo e, sobretudo, as letras melancólicas de quem tem a nostalgia como pano de fundo. Com “Vida Salgada” (2016), trouxe-nos um momento intimista e a vaguear pela vulnerabilidade, com a honestidade de quem faz a arte pela arte.